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Nome: Rosângela Coelho Nascimento: 21/04/1959 Cidade: Curitiba Profissão: Aposentada Frase: Para o mundo podemos ser apenas alguém, Mas para alguém podemos ser o mundo! Gosto: Praia, rock, viajar, namorar, beijar Odeio: Inveja e priciplamente mentira Filme: Aprendendo a morrer Música: In Ginocchio da te Atriz: Meg Ryan Ator: Tom Cruise |

























































Apenas postando para agradecer este lindo presente que ganhei da Sueli, é com muito orgulho que posto aqui. Obrigado de coração. e aproveitem para visitar o blog dela, basta clicar aqui.

Dialética
(Vinícius de Moraes)
É claro que a vida é boa
e a alegria, a única indizível emoção.
É claro que te acho linda.
Em ti bendigo o amor das coisas simples.
É claro que te amo
e tenho tudo para ser feliz:
Mas acontece que eu sou triste...

DEVAGAR...
Veio devagar, se aconchegando,
Com jeitinho se aproximando,
Com palavras me adoçando
E com gestos me conquistando.
Devagar foi se mostrando
Com carinho me apaixonando
Se fez presente em meu destino
Me fez sonhar como um menino.
Devagar se apossou do meu coração
Se alojou sem permissão
Quando vi já estava lá
Sem ao menos perguntar.
Devagar...bem devagar...
(Ana Oliveira)

DESEJOS
Fogo queima,
roupa veste,
Íntima fêmea,
Macho tece,
Ser fogo no mar,
Respirar sem ar,
Pensar amanhã,
Só pela manhã,
Ver o sol cair,
Sentir a lua brilhar,
Água reflete assim,
Nosso desejo de amar.
(recebido sem autoria)

Despedida
Toda vez que nos despedimos, tontos de amor,
enquanto me afagas, enquanto te afago,
teus olhos escuros, vidrados,
tem um brilho interior
de lua no fundo de um lago...
Toda vez que nos despedimos
à espera de uma inquietante outra vez,
enquanto recostas tua cabeça em meu peito
te olho nos olhos, pensando que nunca nos vimos,
e me olhas também, mas parece que não me vez...
Toda vez que nos despedimos,
- toda vez -
há um mundo de ternura em teus olhos, um mundo estranho e profundo,
como os reflexos da luz , no vinho que ficou
no fundo de duas taças, após a embriaguez...
(Desconheço o autor)

Desejo Vão
Ah, se eu pudesse
Esquecer tudo numa farra louca,
Que nunca vou poder beijar-te a boca
Dormir abraçado ao peito teu.
Ah se eu pudesse
Sorver cada líquido do teu corpo
Entrar em ti, morder-te como um louco Canibal.
Ah se eu pudesse
Arrancar de ti meu pensamento
Ainda que fosse só por um momento
Pois nada dói mais que uma ilusão Perdida.
(Desconheço a autoria)

DE REPENTE
(Vanderli Medeiros)
De repente,
não mais que de repente,
vi-me assim:
atada,
tesa,
presa,
e indefesa,
vítima do amor.
Em cárcere privado,
coração algemado,
desejos descontrolados,
Sonhos viciados...
Destes um golpe certeiro,
fatal,
definitivo.
Tens-me agora em cárcere,
totalmente entregue,
prostrada a teus pés,
mendigando,
implorando,
conclamando tua clemência
e minutos de tua atenção;
um afago,
um beijo,
e, teu olhar cheio de desejo!
Eis-me aqui,
uma vítima indefesa do amor,
algemada da alma
ao coração!

CONTRATO DE FELICIDADE
(Edmen)
A felicidade de conhecer-te foi tão grande
quanto o amor que me deste.
Completei-me nesse amor.
Nada mais quis.
Você foi tudo pra mim,
até chegar o momento desse amor chegar ao fim.
Eu sempre te lembrei que a felicidade era um bem passageiro,
inquilina dos corações,
quando não se renova o contrato,
findam-se as ilusões.
Quis-te mais que o ar que respiro.
Os ternos e longos beijos que me deste,
de minha alma ouvia-se tantos suspiros.
Este foi o amor que em ti conheci,
e que de mim também muito desprendi.
Dei-te em amor, mais que a primavera ofertou-te em flor.
Confesso não menos de ti recebi.
Os momentos de amor que me ofertaste,
foram momentos que eu nunca senti.
Mas hoje, somente hoje,
vi que a felicidade não renovou o contrato,
quando chorando me pediste teu retrato.
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